• RUA GENERAL JUSTINIANO PADREL, 25, 1170-152 LISBOA (LISBOA, Portugal)
    T: 215 944 492

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CONSELHOS

SISTEMA DE ESCAPE
  • Quantas vezes é aconselhável verificar as saídas de escape?

    É aconselhável verificar os tubos de escape, aproximadamente, a cada 20 000 km. É uma operação rápida através da qual podemos detectar avarias iminentes e, assim, evitar danos maiores e mais caros.

    Devem ser substituídos os componentes que apresentem gretas, orifícios ou sintomas de corrosão.

  • Quando deve ser substituído o catalisador?

    Em condições normais, os catalisadores costumam ser substituídos a cada 80 000 km a 100 000 km mas, em caso de impacto sobre o corpo dos mesmos, pode ocorrer uma destruição interna fulminante; por isso, é aconselhável rever o catalisador, pelo menos, uma vez a cada 30 000 km.

  • Qual a razão por que um sistema de escape se deteriora mais rapidamente num carro que realiza trajectos curtos?

    Sempre que um hidrocarboneto se queima (gasolina ou gasóleo), gera-se vapor de água. Essa água passa pelo tubo de escape e é evacuada para o exterior enquanto o motor está em funcionamento. Ao imobilizar-se o motor, se o tubo de escape não tiver aquecido o suficiente por se ter realizado um trajecto curto, o vapor de água condensa no seu interior e vai corroendo os metais com os quais entra em contacto.Em condições normais, os catalisadores costumam ser substituídos a cada 80 000 km a 100 000 km mas, em caso de impacto sobre o corpo dos mesmos, pode ocorrer uma destruição interna fulminante; por isso, é aconselhável rever o catalisador, pelo menos, uma vez a cada 30 000 km.

    Se o veículo realizar trajectos longos, todo o tubo de escape aquece suficientemente, de modo que, com a paragem do motor, a temperatura destas condutas impede a condensação e acaba por expulsar os vapores de água.

  • Posso passar na Inspecção Periódica com o catalisador em mau estado?

    O catalisador tem a tarefa de reduzir as emissões de gases poluentes gerados pelo motor ao queimar o combustível. Estes gases nocivos, ao entrarem em contacto com a superfície activa do catalisador, são parcialmente transformados em componentes mais amigos do ambiente. Um catalisador em mau estado não pode neutralizar esses gases e, como consequência, os equipamentos de detecção e análise das emissões com que estão equipados os centros de IPO detectam e penalizam tal anomalia, impedindo que o veículo passe na inspecção.